Inscrições para o Sisu começam amanhã


Mariana Tokarnia
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Começam amanhã (10) e vão até sexta-feira (14) as inscrições para a segunda edição deste ano do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Podem se inscrever os estudantes que tenham participado da edição do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) 2012 e não tenham zerado a redação. As inscrições devem ser feitas no portal do Sisu.

Pelo Sisu, o estudante concorre a vagas em cursos de graduação em universidades e institutos federais de ensino superior. Nesta edição, serão ofertadas 39.724 vagas em 1.179 cursos de 54 instituições de ensino superior.

Na página do sistema de seleção estão disponíveis as etapas da inscrição para orientar os candidatos. Antes de começar é preciso ter em mãos o número de inscrição e o da senha no Enem 2012. A primeira coisa a fazer é confirmar os dados pessoais – é por eles que o Sisu entra em contato com o candidato.

Em seguida, ele pode escolher até duas opções de curso. Estará disponível um sistema de busca com os detalhes de cada opção. O candidato deve clicar no curso para ver o número de vagas e de modalidades ofertadas. É preciso estar atento também à documentação exigida pelas instituições de ensino no momento da matrícula.

Confirmada a inscrição, é possível alterar as opções apenas até sexta-feira.

As notas de corte dos cursos e a classificação parcial de cada candidato serão divulgadas diariamente, nos dias 11, 12, 13, e 14 deste mês. O candidato poderá acompanhá-las ainda durante o período de inscrição e avaliar as chances de ser aprovado.

A primeira chamada está marcada para o dia 17 deste mês e a segunda, para 1° de julho. As matrículas da primeira chamada poderão ser feitas nos dias 21, 24 e 25 próximos e as da segunda chamada, nos dias 5, 8 e 9 de julho.

Edição: Nádia Franco//O título da matéria foi alterado às 16h53. As inscrições serão abertas amanhã para a segunda edição do Sisu, e não do Enem

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

Ambiente familiar é o local onde homossexuais mais sofrem agressões


Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O local em que os homossexuais mais sofreram agressões, no estado do Rio, em 2012, foi o ambiente familiar, apontam dados preliminares de um levantamento divulgados hoje (17) pelo Programa Rio sem Homofobia. Do total de denúncias registradas nos quatro centros de referência no estado e pelo número 0800-234567, 22% foram praticados pelos próprios amigos e parentes, dentro das casas das vítimas.

“É assustador você ter o ambiente familiar como o principal local de violência contra homossexuais. Dá a noção de quanto é séria a situação de vulnerabilidade em que vivem. Em casa, com seus pais, irmãos e parentes, é que eles sofrem a maior parte da violência verbal e física”, avaliou Cláudio Nascimento, coordenador do Programa Rio sem Homofobia.

O segundo lugar onde a violência é mais frequente é a rua (18%), o que agrava o problema, na visão do coordenador: “Na prática, o direito de ir e vir dos homossexuais está sendo cassado. Se não é surpreendente, é entristecedor. A gente vem debatendo a questão dos direitos humanos, mas nosso país ainda está patinando”. O ambiente de trabalho e a escola também estão entre os principais áreas em que há a prática da homofobia.

A pesquisa completa será divulgada na semana que vem, mas os dados foram antecipados hoje, Dia Internacional contra a Homofobia, data considerada histórica porque, há exatos 20 anos, a Organização Mundial da Saúde retirou a homossexualidade da lista de doenças psiquiátricas.

No Brasil, o Conselho Federal de Medicina teve a mesma iniciativa em 1985. “O dia de hoje precisa trazer para a sociedade uma reflexão. A religião tem o direito de ter seus dogmas, mas suas doutrinas não podem ser impostas a toda a sociedade. A homossexualidade era considerada doença por questões ideológicas e religiosas. A ciência era usada como escudo”.

Com base na pesquisa, Cláudio Nascimento antecipa que 38% das denúncias registradas foram motivadas por agressões verbais e 22% por agressões físicas. “Juntos, os casos somam 60% e mostram a situação vexatória a que os homossexuais estão expostos, sendo vítimas de piadas, xingamentos, agressões e todo tipo de humilhações. Isso gera um ambiente hostil”. As agressões físicas mencionadas por Cláudio não incluem assassinatos e casos de abuso sexual.

A maior parte das agressões foi registrada na cidade do Rio, mas o coordenador acredita que há subnotificação maior nas outras cidades. “O estudo é que vai apontar mais claramente isso, mas o que a gente pode dizer é que, nas regiões com menor índice de desenvolvimento humano, a violência é maior”.

O coordenador do projeto argumenta que o quadro piora pela sensação de impunidade: “É urgente que seja aprovada a Lei da Homofobia, para que seja reconhecido como crime de ódio, como é o racismo, que é inafiançável. Há no imaginário dos setores homofóbicos a expectativa da impunidade ou de punições brandas, que muitas vezes são apenas o pagamento de cestas básicas”.

Para aumentar o acesso dos homossexuais às formas de denunciar os crimes, o Programa Rio sem Homofobia aumentará o número de centros de referência, com a inauguração de mais quatro neste ano. O primeiro deles será aberto em junho, em Nova Iguaçu, para reforçar o combate ao preconceito na Baixada Fluminense, que hoje conta com um centro em Duque de Caxias.

São Gonçalo, segunda cidade mais populosa do estado, também foi confirmada como local de um novo centro e os outros dois estão em estudo. Atualmente, o Rio sem Homofobia tem centros de referência na capital, em Niterói, em Duque de Caxias e em Nova Friburgo. A meta é ter 14 centros até o fim do ano que vem.

 

 

Edição: Beto Coura

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

Escola sem homofobia


Escola sem Homofobia é um projeto apoiado pelo Ministério da Educação/Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (MEC/SECAD), tem como objetivo contribuir para a implementação do Programa Brasil sem Homofobia, pelo Ministério da Educação, através de ações que promovam ambientes políticos e sociais favoráveis à garantia dos direitos humanos e da respeitabilidade das orientações sexuais e identidade de gênero no âmbito escolar brasileiro. Escola sem Homofobia vem somar-se aos legítimos esforços do governo em priorizar, pela primeira vez na história do Brasil, a necessidade do enfrentamento à homofobia no ambiente escolar. Saiba mais
CARTA ABERTA ECOS

 

fonte: http://tudobemserdiferente.wordpress.com/

Ideias são concretizadas, funcionam, e desaparecem rapidamente


Segundo a professora Inglesa Patricia Ryan, muitas ideias novas para resolver problemas do nosso cotidiano surgem todos os dias. Elas surgem, funcionam e desaparecem antes que o mundo as conheça.

O desconhecimento de uma língua estrangeira pode prejudicar o compartilhamento de boas iniciativas e ideias atualmente. A Língua Inglesa não pode ser a única Língua a ser ensinada em escolas porque o conhecimento e as ideias não são produzidas apenas naquele idioma.

A União Europeia gastou no ano passado quase três trilhões de dólares em tradução no ano passado porque o grupo é composto de vinte e sete países com vinte e três idiomas diferentes. As traduções são feitas para o Inglês como Língua Franca.

A Língua Inglesa não é mais uma Língua Internacional ou Língua Estrangeira porque para vários especialistas ela se tornou uma Língua sem limites geográficos. Estamos reconstruindo a Torre de Babel.

Devemos estudar mais de Língua Estrangeira. Saber Inglês ou Espanhol é como saber o básico da Matemática. Essencial.

Transferência federal à Candói é um pouco mais de um milhão de reais


Encargos Especiais 0C33 – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB FUNDEB  94.986,61
Encargos Especiais 0045 – Fundo de Participação dos Municípios – FPM (CF, art.159) FPM – CF art. 159  755.925,04
Assistência Social 8442 – Transferência de Renda Diretamente às Famílias em Condição de Pobreza e Extrema Pobreza (Lei nº 10.836, de 2004) Bolsa Família  192.444,00
Encargos Especiais 006M – Transferência do Imposto Territorial Rural Transferência – ITR – Municípios  59.888,96
Encargos Especiais 0547 – Transferências de Cotas-Partes da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Lei nº 8.001, de 1990 – Art.2º) CFEM  1.694,75
Encargos Especiais 0551 – Transferências do Fundo Especial dos Royalties pela Produção de Petróleo e Gás Natural (Lei nº 7.525, de 1986 – Art.6º) Royalties  13.257,69

 

 

Burguês psdbista teria demitido escrava doméstica


Do blog do Esmael – O registro é da coluna Painel, da insuspeita Folha de S. Paulo, edição deste domingo (7). Segundo o jornalão, “fazendo referência indireta à emenda constitucional que amplia os direitos trabalhistas das empregadas domésticas”, o governador tucano Beto Richa disse que está sem empregada doméstica.

 Como observou um leitor deste blog, os burgueses não gostam mesmo de pagar direitos dos trabalhadores.

“Eles têm saudades do escravagismo. Tem patrão muito mais pobre que o governador que registra carteira e paga certinho os direitos dos empregados domésticos.”

Faço minhas as palavras do leitor. Aqui em casa, Nena, a minha secretária, sempre teve registro em carteira e sempre percebeu acima do salário mínimo regional (obra do Requião).

Comissão de Direitos Humanos permanece com o mesmo presidente


O pastor Marco Feliciano segue a frente da Comissão de Direitos Humanos mesmo enfrentando protestos diários nas ruas e nas redes sociais para sair da presidência.

O problema está em suas crenças divulgadas na sua conta do twitter e no YouTube. Uma delas seria os afrodescendentes amaldiçoados. Segundo a Bíblia, um filho de Noé teria sido amaldiçoado e enviado ao que hoje é o continente africano. O que uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Quem foi amaldiçoado na Bíblia? Então, foi uma suposta pessoa e não um continente. Não estou defendendo o Feliciano, mas na Comissão, ele não tomará decisões sozinho. 

Diga-se, ele não representa todos os evangélicos do Brasil porque uma parcela razoável deste grupo não vive a era medieval.