Desabafo de BRASILEIRA sugere que moral e ética não é o forte da mídia nacional


O vídeo acima merece um pouco de reflexão porque questiona o óbvio: a imprensa brasileira é pior do que a politicagem sem vergonha deste país. O dinheiro desviado de obras importantes como reconstrução de cidades inundadas ‘pode’ parar em alguma conta, de algum veículo comunicacional tradicional, considerado de respeito, moral e ética profissional. Mas por debaixo dos panos, atrás das cortinas negras, dentro de meias ou em outras coisas tem gente recebendo dinheiro para atrapalhar o desenvolvimento deste país.

O New Yorker disse recentemente que no Brasil se vive uma democracia caótica e de maioria ignorante.

Pois bem, como já tive a oportunidade de defender em outros momentos, a Educação Brasileira Pública de Base vai terminar de ruir antes do fim desta década porque simplesmente em muitos lugares do país adotaram políticas públicas chamadas de ‘aprovação automática’ ou ‘progressão  automática’. Alguns estados brasileiros assumem que são a favor da aprovação continuada, isto é, o aluno nunca é reprovado, independente do engajamento do aluno, ele será sempre aprovado.

Os alunos já sabem disso, traduzindo, não estão fazendo nada, já não se dedicavam, agora então, está muito pior. Outros estados não assumem que são a favor deste tipinho torpe de aprovação de alunos. No entanto, obrigam os professores aprovar os alunos nos municípios para receber mais dinheiro do Governo Federal e no Estado para melhorar índices educacionais, mais uma vez, somente para iludir.

Uma escola pode estar abandonada, com tudo caindo sobre a cabeça dos alunos, pode ser violenta, mas se todo mundo está sendo aprovado naquela escola, tudo bem. Porém, se as escolas públicas brasileiras querem realmente atenção deve-se pensar em reprovação de todos os alunos, não obedecer como se fossem bichos domados em que o Estado Brasileiro determina qual deve ser o caminho a ser percorrido. Neste país, busca-se a manipulação de resultados educacionais. Como se consegue? A bomba estoura na ponta fraca, que trabalha para sobreviver, com algumas migalhas governamentais de todas as esferas do poder.

Estamos trilhando um caminho sem volta, estamos enterrando todo e qualquer sonho neste país no fomento a ignorância institucionalizada. Quanto menos os brasileirinhos souberem melhor porque são mais facilmente manipuláveis. Verdadeiros fantoches nas mãos de quem está no poder ou de quem tem poder através de dinheiro ou armas nucleares ou petróleo para enganar.

Neste sentido, a Educação parece uma alternativa para a fuga da manipulação em linhas informacionais e relações interpessoais entre donos de empresas e empregados. Se  vive um momento curioso para os empregados/colaboradores. As empresas não estão crescendo porque a Educação não funciona adequadamente. Sendo assim, o crescimento econômico brasileiro está limitado. Os brasileiros estão recebendo do capitalismo social algo interessante, a carta de liberdade e escolha. Hoje, pode-se escolher em que lugar se pretende trabalhar. Infelizmente, em atividades lícitas e dignas de respeito. No entanto, de baixo reconhecimento social e de rendimento básico para garantir pagamentos do custo por pessoa/família em sociedade.

O salário mínimo não chega nem perto do que está escrito na constituição deste país. Porque é interessante para o governante oferecer o assistencialismo para todos. Até o dinheiro chegar no seu destino se perde em vários descaminhos. Assim, não há necessidade de oferecer salário digno porque no Brasil tudo é assistencial, tudo é farelo de pão.

Encerro este post, mencionando uma última vergonha nacional, a imprensa tem se elogiado pela queda de inúmeros ministros no primeiro ano de Dilma. No entanto, estão se esquecendo que são informados por pessoas interessadas na queda de pessoas públicas que estão ao lado da presidenta por causa das eleições. Os mesmos jornais comprados para divulgar as informações serão usados pelos políticos como argumento para ganhar a eleição para prefeito apontando os defeitos dos outros.

As  eleições brasileiras não são ganhas no argumento, mas na compra de amigos para realizar favores. Esses amigos são comunicacionais e muitos com força nacional, quando imaginam que estão informando, estão ajudando na manipulção da opinião pública, mas porque também foram iludidos. A imprensa brasileira precisa acordar que ninguém mais suporta os achismos febris de vocês comunicadores interessante, apenas as mesmas coisas. Mas sugeriro que no Brasil se motive a governança pela comunicação. Aí, os políticos de fora, vão virar os interessados em informar bem os brasileiros. Detalhe, neste processo todo há a VERGONHOSA Educação Pública Brasileira que não ensina, empurra estudantes sem as habilidades básicas para a vida em sociedade. Bem, como resolver? Vamos perguntar aos políticos e a imprensa brasileira. A resposta será, está bom do jeito que está, o problema não é nosso.

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