A justiceira Dilma, presidenta do Brasil


Depois da faxina no governo federal e guerreado com o expansionismo europeu e americano durante a fase aguda da crise dos pilantras, conhecidos como investidores no vácuo. Dilma atacou os bancos públicos e privados para acompanharem a solidez fiscal do país e a taxa básica de juros, a Selic.

As taxas estão sendo reduzidas para níveis civilizados. A lógica é muito simples: se um banco pode pegar emprestado dinheiro mais barato no exterior, o repasse do custo deste empréstimo ao cliente deve ser menor também.

Porém, o interesse em baixar os juros é uma tentativa desesperada de aquecer as vendas no varejo e melhorar por consequência o nível de atividade das indústrias.

As empresas de telefonia estão sendo cobradas pela péssima qualidade dos serviços caros oferecidos. Um sinal de incompetência de uma empresa é cobrar muito e oferecer nem mesmo o mínimo de qualidade. Foi o que vimos com a Tim, a Claro e a Oi.

Nesta primeira semana de setembro estão sendo selecionados pelo Brasil afora voluntários para ajudar na medição da qualidade da banda larga. O resultado será terrível para as empresas. Elas geralmente vendem uma taxa nominal de dois megas por exemplo, mas a realidade pode ser de apenas vinte e cinco por cento do tempo usado com o nível perto do real dois megas. O preço na conta do consumidor é o mesmo independente de estar sendo usado dois, um mega ou menos do que isso. Novamente as empresas assaltando os consumidores e o governo rindo da cara dos trabalhadores.

O que de fato ainda é necessário rever é o absurdo das privatizações das rodovias estaduais e  federais. Preço elevado e qualidade na prestação do serviço muito baixa. A água também é um absurdo. A água não pode ser privatizada porque é direito de todos, mas foi, no estado do Paraná os investidores estão olhando apenas para o lucro da empresa SANEPAR. As taxas são elevadas sempre acima da taxa da inflação. Ou seja, o trabalhador ganha de um lado e perde pela incompetência das agências reguladoras do sistema que têm funcionários e políticos pagos com dinheiro público para fiscalizar.

O que aguardo é uma atitude mais clara do governo diante ao caos educacional que estamos vivendo. Diz uma teoria que caminhamos para o caos. O mundo não é harmônico. Ele precisa se reinventar constantemente. A Educação brasileira pública deve ser destruída para ser possível uma reformulação de suas bases porque os cupins já as comeram e está tudo prestes a cair sobre nossas cabeças. Alguém se importa?

Claro que não porque se o trabalhador elevar o nível de sua formação pode se tornar um insubordinado, porque pode exigir seus direitos trabalhistas, cobrar um salário melhor. Para o Brasil ser um país de todos os estrangeiros, ele precisa ser um país de mão de obra barata.

Em breve o nosso chefe será Chinês.

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