Aprenda Inglês com o Ratinho


Fórmula mágica não oferece resultado qualitativo.

O programa do Ratinho apresentou um novo método para ensinar a ler a Língua Inglesa e supostamente falar em Inglês. Vou usar o exemplo usado no programa. A palavra FACE foi pronunciada errada tanto pelo pseudo-professor quanto pelo apresentador porque depois da consoante C não há qualquer vogal fonética, isto é; pronunciada, não pronunciamos /feisi/, mas /feɪs/. A palavra BOOK também foi pronunciada errada e a ilógica da tabela também foi desrespeita, mostrando o evidente que é impossível criar regras lógicas para a pronúncia das palavras porque elas simplesmente são influenciadas positivamente ao longo dos séculos por outras línguas e culturas. Não há qualquer vogal fonética depois da consoante K. O correto é pronunciarmos /bʊk/ e não /bouuki/.

A tabela não te ajudará a pronunciar bem as palavras, o que pode tornar o ato comunicativo ininteligível se você usá-la. O sotaque à brasileira será motivo de risos. Não recomendo qualquer estudante de Língua Inglesa usar a tabela porque é irracional e ilógica. Procure uma boa escola de idiomas ou um bom professor, será mais vantajoso. Aprender a Língua Inglesa não é uma tarefa fácil, precisamos de dedicação e muitas horas de estudo. Não há fórmula mágica.

Mais estudantes do CECAK são aprovados no vestibular da UNICENTRO


regisarnaldo

Parabéns Arnaldo Aguirre pela aprovação em Ciências Econômicas.

Parabéns Regis da Silva pela aprovação em Pedagogia.

Parabéns Maria Polliana pela aprovação em Secretariado Executivo.

Parabéns Francisco Miss pela aprovação em Enfermagem.

Estou muito orgulhoso por ter contribuído minimamente para o sucesso de vocês e de alguma forma sentir um pouquinho da emoção de ser aprovado em uma instituição pública e de qualidade como a Unicentro, passar em universidade pública não é para qualquer um. Agora, o desafio é o seguinte: sair da Unicentro com diploma. NÃO SOU PESSIMISTA! Hahahahaha …

maria polianaedit

Fluência oral deve ser um dos objetivos do ensino de línguas na Educação Básica


Segundo proposta do senador Cícero Lucena, o ensino de línguas estrangeiras modernas têm recebido altos investimentos no Brasil afora, mas os resultados  são modestos.

Senador, eu não sei em que país Vossa Excelência vive, porque no Brasil onde vivo não há altos investimentos em porcaria alguma.

O fracasso no ensino de um idioma estrangeiro nas escolas pública está intimamente ligado ao enorme número de estudantes por sala. Como se pretende ensinar uma habilidade altamente complexa como a oralidade em uma turma com vinte e cinco estudantes durante aproximadamente trinta minutos bem aproveitados?

Francamente, vamos nos preocupar com royalties do pré-sal para a Educação. Depois discutimos o que fazer com os malfeitos e ver que os resultados continuam modestos.

Resposta à publicação do jornal Estadão.com.br.

Símbolos fonéticos e pronúncia das palavras


Os dicionários podem ajudar o estudante estrangeiro a saber a pronúncia de uma palavra sem a ajuda do professor, mas vai precisar reconhecer cada símbolo e o som correspondente. Atualmente estão disponíveis no mercado inúmeros dicionários com CD-ROM em que é possível ouvir a palavra pronunciada por falante nativo. Mas se você é como eu e prefere duvidar da qualidade até dos melhores dicionários monolíngues, sugiro se dedicar ao reconhecimento de cada símbolo fonético da transcrição.

Tem muitos sites que ajudam nessa tarefa nada simples. Gostaria de recomendar um para quem gosta do sotaque americano. Eu particularmente não gosto por uma dificuldade que tenho na pronúncia de algumas palavras.

A página tem inúmeros arquivos em áudio com a transcrição em Inglês. As explicações são boas. Jamais se esqueça que por mais dedicado que você possa ser para pronunciar bem uma palavra nunca vai reduzir a zero o seu sotaque. Carregamos sempre o nosso sotaque da língua materna, devemos ter orgulho disso. Defendo apenas que sotaque é diferente de erro banal.

Acesse a página English Pronunciation Podcast.

Diário de Classe e as várias Isadoras em defesa da escola pública


Isadora Faber é uma estudante de escola pública de Santa Catarina que decepcionada com o descaso das autoridades pela estrutura física de sua escola resolveu sozinha criar uma página no Facebook onde denuncia a precariedade das instalações da escola pública onde estuda. Nas palavras dela na página seu interesse era promover o melhor para ela e seus colegas. Estamos falando de uma menina de treze anos.

A inspiração de Isadora foi retirada da iniciativa de uma inglesinha de nove anos que resolveu nas redes sociais mostrar a péssima qualidade do lanche servido às crianças na escola.

Se a ideia colar, em breve, teremos muitas Isadoras pelo Brasil fazendo o mesmo. Ela disse ao site da revista Veja que a mãe teria alertado para as possíveis represálias. Porque ela critica também as aulas das professoras. Tanto que em uma aula de português, a professora disse a turma que não era bom criticar as pessoas nas redes sociais. A diretora tentou fazer a menina desistir da página porque Isadora estava incomodando com a verdade possivelmente.

As redes sociais têm o poder de unir as pessoas em torno dos mesmos interesses. Neste caso, ter uma menina ativista em defesa da escola pública de qualidade para todos é de encher qualquer professor de orgulho, podemos perceber que não estamos sozinhos e nossos alunos são capazes de tomar alguma iniciativa para almejar o melhor a todos.

Muitas vezes, observamos nas escolas públicas pessoas desmotivadas para aprender e também para ensinar. Um ciclo viciante desencorajador. A televisão brasileira e jornais muitas vezes mostram os aspectos negativos de nossos adolescentes como se todos eles fossem infratores e alienados ao que lhes cerca.

Temos em nossas salas de aula muitas pessoas assim como Isadora Faber, cheias de ideias e vontade para cooperar com os professores, mas aos poucos vamos destruindo um por um. Às vezes, fazemos isso sem nem mesmo ter consciência do que estamos dizendo ou fazendo.

Recentemente uma menina me abordou na rua nervosa para mostrar uma carteira que encontrou perto de casa. Ela queria fazer o óbvio, devolver o que não era dela ao dono. Ela conseguiu devolver para o dono a carteira encontrada.

Parece que alguma coisa os pais e as escolas estão ensinando as nossas crianças e adolescentes. Seria interessante se nós adultos usássemos mais vezes esses bons exemplos com o próximo. A vida ficaria ridiculamente simples.

Os meninos de escola pública sofrem mais com a repetência escolar


O índice de repetência escolar médio no ensino fundamental no Brasil, que, segundo o Ministério da Educação, foi de 10,3% em 2010, vem diminuindo nos últimos anos — era de 12,1% em 2007, mas ainda é considerado alto. Segundo a Unesco, em 2008, a taxa de repetência dos alunos do 1 ano no Brasil foi de 24,5%, uma das maiores de América Latina e Caribe. O Globo

E como o Brasil conseguiu reduzir os índices de reprovação? Mandando aprovar todo mundo. Hoje ninguém reprova. Os estudantes reprovados são os desistentes. O problema? Os professores não sabem de nada. Eles estão sempre errados. O melhor a fazer é mentir ou seguir o exemplo da política brasileira.

Ser bilíngue turbina o cérebro


Aprender uma língua estrangeira é um tremendo desafio aos estudantes. Sabe-se das oportunidades profissionais da aprendizagem, de como é possível melhorar o desempenho acadêmico por estreitar limites fronteiriços.

Segundo pesquisadores americanos da Northwestern University, aprender duas línguas afeta profundamente o sistema nervoso, melhora a capacidade em identificar sons especialmente em ambientes ruidosos e a atenção. Capacidade parecida com a dos músicos.

Outra pesquisa sugeriu que ser bilíngue também diminui as chances de se desenvolver demência.

Estamos Preparados para o Ensino da Língua Inglesa na Era Digital? o|


Tablet

Tecnologia. O que é isso? Acredito que todo mundo sabe que o homem desde do início de sua evolução inventou e reinventou utensílios para caça, pesca e projetos básicos de construção para sobreviver. Sabe-se que o homem domina os mares a muito tempo, não é algo recente como os tablets e não está ligado aos projetos expansionistas ou comerciais de grandes nações.

Associamos hoje a tecnologia a aparelhos eletrônicos que têm por finalidade facilitar o nosso dia-a-dia. São tempos da Era do Conhecimento ou da Era Digital. O conhecimento e as transformações acontecem a uma velocidade alardeante.

A mais ou menos uma semana, o Ministério da Educação disse através de seu ministro que serão licitados ainda este ano quase 70 milhões para comprar tablets posteriormente distribuidos as escolas públicas de todo o país. Da mesma maneira que fez com o projetor enviado a várias escolas, cada um deles custa aproximadamente mil e duzentos reais. É possivelmente o projetor mais completo que existe, pois pode ser conectado a Internet. Entre os componentes, há um teclado que facilita a visualização de arquivos que podem ser acessados por meio de pendrive.

Mas será que os professores das redes municipais e estaduais de ensino público estão preparados para o uso adequado dos equipamento visando a melhoria da qualidade do ensino nos estabelecimentos? Infelizmente não estão. A culpa não é deles, pois a Internet é um fenômeno de informação e comunicação recente. A certo tempo atrás o MEC não enviava nem mesmo livros didáticos as escolas. Continuar lendo