Veja ataca os ‘blogueiros amestrados’


A revista Veja atacou recentemente os blogueiros ‘amestrados’ na página on-line. Durante algumas semanas a equipe da revista usam toda sua influência para informar bem os leitores. Uma revista que tinha um informante cheio de interesses, um deles cuidar dos próprios negócios e mandar presentinhos para amigos. O absurdo do meu ponto de vista não é o terrível fato da dúvida e suspeita, mas que uma revista defenda a regulação da internet, mas resiste ao marco regulatório da mídia brasileira.

Posso seguramente afirmar que moro em um país democrático, nasci livre e sem dúvida alguma vou morrer livre. Tenho direitos garantidos na constituição do Brasil de 1988. Não sou e nunca fui qualquer tipo de blogueiro amestrado, sou sim, brasileiro, fã de jornal e revista de direita ou esquerda, e naturalmente tenho o meu posicionamento político. Não posso entender como ainda algumas pessoas resistem ao fato de que muitas coisas boas aconteceram nos últimos anos, mas temos o desafio de transformar este país no país dos sonhos de todos os brasileiros.

Escândalo vende mais jornal e revista.

Veja o crime organizado no Brasil


Ingenuamente pensava, no Brasil os políticos são corruptos, roubam dinheiro público e condenam o povo que já está na lama a nunca mais sair.

No entanto, os políticos brasileiros não trabalham sozinhos. Usam empresários e jornalistas para implantar escândalo, criar caso, tirar atenção do leitor e a revista ou jornal a fazer o público de otário.

Nunca foi segredo a ninguém a intenção da Veja em desmoralizar totalmente a política brasileira. Atirando para todos os lados, desde Collor, revista e jornais fazem esse grande serviço aos brasileiros.

Mentira. O serviço sujo com propina provavelmente é feito para políticos cheios de moral e ética como é caso do senador sem partido Demóstenes.

Acredito que agora podemos compreender um pouco melhor a resistência dos jornalistas contra o marco regulatório da mídia.

Grampo ilegal na Inglaterra fechou jornal e editores foram presos.

Leia na Revista CartaCapital.