Bullying é violência


 

Cores Verdadeiras

Você com estes olhos tristes
Não perca a coragem até eu perceber
Que é difícil ter coragem
Em um mundo, cheio de gente
Você pode perder de vista
E a escuridão, dentro de você te faz sentir pequeno

 

Mas eu verei você como você realmente é, brilhando
Eu vejo você como realmente é, e é por isso que te amo
Então não tenha medo, de mostrá-las
Suas cores verdadeiras, cores verdadeiras
São lindas, Ohh como um arco-íris

 

Me mostre um sorriso
Não fique infeliz. Não me lembro
Da última vez que te vi sorrindo
Quando esse mundo te deixar louco
E você tiver aguentado tudo que pode aguentar
Apenas me ligue, porque você sabe que eu estarei aqui

 

E eu verei suas verdadeiras cores, brilhando
Eu vejo suas verdadeiras cores, e é por isso que te amo
Então não tenha medo, de mostra-las
Suas verdadeiras cores, verdadeiras cores
São lindas, Ohh como um arco-íris

 

Olhos tão tristes
Tenha coragem agora, perceba
Quando esse mundo te deixar louco
E você tiver aguentado tudo que pode aguentar
Apenas me ligue, porque você sabe que eu estarei aqui

 

E eu verei você como realmente é, brilhando
Eu vejo suas cores verdadeiras, e é por isso que te amo
Então não tenha medo, de mostrar
Suas cores verdadeiras, cores verdadeiras, cores verdadeiras brilhando
Eu vejo suas cores verdadeiras, e é por isso que te amo
Então não tenha medo, você tem “um ombro”
Cores verdadeiras, cores verdadeiras, cores verdadeiras
São lindas, lindas como um arco-íris (yeah, yeah)2x
Mostre-me suas cores, mostre seu arco-íris 4x

 

 

Diário de Classe e as várias Isadoras em defesa da escola pública


Isadora Faber é uma estudante de escola pública de Santa Catarina que decepcionada com o descaso das autoridades pela estrutura física de sua escola resolveu sozinha criar uma página no Facebook onde denuncia a precariedade das instalações da escola pública onde estuda. Nas palavras dela na página seu interesse era promover o melhor para ela e seus colegas. Estamos falando de uma menina de treze anos.

A inspiração de Isadora foi retirada da iniciativa de uma inglesinha de nove anos que resolveu nas redes sociais mostrar a péssima qualidade do lanche servido às crianças na escola.

Se a ideia colar, em breve, teremos muitas Isadoras pelo Brasil fazendo o mesmo. Ela disse ao site da revista Veja que a mãe teria alertado para as possíveis represálias. Porque ela critica também as aulas das professoras. Tanto que em uma aula de português, a professora disse a turma que não era bom criticar as pessoas nas redes sociais. A diretora tentou fazer a menina desistir da página porque Isadora estava incomodando com a verdade possivelmente.

As redes sociais têm o poder de unir as pessoas em torno dos mesmos interesses. Neste caso, ter uma menina ativista em defesa da escola pública de qualidade para todos é de encher qualquer professor de orgulho, podemos perceber que não estamos sozinhos e nossos alunos são capazes de tomar alguma iniciativa para almejar o melhor a todos.

Muitas vezes, observamos nas escolas públicas pessoas desmotivadas para aprender e também para ensinar. Um ciclo viciante desencorajador. A televisão brasileira e jornais muitas vezes mostram os aspectos negativos de nossos adolescentes como se todos eles fossem infratores e alienados ao que lhes cerca.

Temos em nossas salas de aula muitas pessoas assim como Isadora Faber, cheias de ideias e vontade para cooperar com os professores, mas aos poucos vamos destruindo um por um. Às vezes, fazemos isso sem nem mesmo ter consciência do que estamos dizendo ou fazendo.

Recentemente uma menina me abordou na rua nervosa para mostrar uma carteira que encontrou perto de casa. Ela queria fazer o óbvio, devolver o que não era dela ao dono. Ela conseguiu devolver para o dono a carteira encontrada.

Parece que alguma coisa os pais e as escolas estão ensinando as nossas crianças e adolescentes. Seria interessante se nós adultos usássemos mais vezes esses bons exemplos com o próximo. A vida ficaria ridiculamente simples.

Os meninos de escola pública sofrem mais com a repetência escolar


O índice de repetência escolar médio no ensino fundamental no Brasil, que, segundo o Ministério da Educação, foi de 10,3% em 2010, vem diminuindo nos últimos anos — era de 12,1% em 2007, mas ainda é considerado alto. Segundo a Unesco, em 2008, a taxa de repetência dos alunos do 1 ano no Brasil foi de 24,5%, uma das maiores de América Latina e Caribe. O Globo

E como o Brasil conseguiu reduzir os índices de reprovação? Mandando aprovar todo mundo. Hoje ninguém reprova. Os estudantes reprovados são os desistentes. O problema? Os professores não sabem de nada. Eles estão sempre errados. O melhor a fazer é mentir ou seguir o exemplo da política brasileira.

Por Que O Ensino Da Língua Inglesa Em Escola Pública Não Funciona?


No livro “Inglês em escolas públicas não funciona? Uma questão, múltiplos olhares” (2011) leva-nos a refletir a respeito dos desafios ainda a serem superados no ensino de Língua Inglesa nas Escolas Públicas do Brasil. Os autores a partir de uma narrativa de um estudante de Escola Pública de classe social menos favorecida e inicialmente desmotivado com a possibilidade de se aprender Inglês na Escola Pública, discutem e apresentam argumentos suficientes para desmistificar uma crença generalizada na Educação Básica a de que os estudantes não precisam falar a Língua Inglesa, nem mesmo escrever, basta apenas ler alguns gêneros textuais. Os motivos mostrados são a falta de preparo dos professores quando saem das universidades e faculdades, a culpabilização, os recursos didáticos disponíveis nas escolas, as crenças de alunos, pais e educadores.

No capítulo “Lugares (im)possíveis de se aprender inglês no Brasil: crenças sobre aprendizagem de inglês em uma narrativa” de Ana Maria Ferreira Barcelos (2011) nos convida a reescrever essas histórias. Segundo a autora, foi o que motivou a escrita deste texto, seria responder as perguntas de conclusão “Que outras histórias diferentes sobre a aprendizagem de línguas podemos contar? Por que não temos narrativas de aprendizes bem-sucedidos, narrativas de professores que fazem a diferença, de alunos que aprenderam inglês em Escola Pública?, e finalmente, de Escolas Públicas que fazem a diferença?” (BARCELOS, 2011). Continuar lendo

Documentário OCDE – Crescimento do Brasil no PISA


65 países foram avaliados, nós ficamos na 53º posição. O que devemos prestar atenção é que a universalização do acesso a Educação garantida na constituição trouxe a tona várias problemáticas sociais que o governo federal passou a entender como responsabilidade quase exclusiva das Escolas. Os problemas sociais são de responsabilidade da sociedade e governo. Continuar lendo