“Candói tem Educação de primeiro mundo”


O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado em 2007 para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. A nota mínima para a rede de ensino ser considerada de qualidade precisa ser 6.o, nota mínima do padrão de qualidade de países desenvolvidos. O resultado do indicador melhora quando o aluno não reprova, frequenta a sala de aula e aprende.

O Ideb é criticado por muitos gestores de escolas públicas e educadores, mas nas observações se esquecem que o salário indigno é dinheiro público.

A importância deste indicador para a escola, pais, alunos e gestores serve para procurar soluções para melhorar o ensino, melhorar a frequência nas aulas e diminuir a reprovação a partir do sucesso do educando.

Se o seu filho estuda em escola pública mantida com dinheiro público seja na rede municipal de ensino ou estadual é natural que você se preocupe com o aprendizado e frequência do filho na escola.

Infelizmente muitos pais e educandos acreditam erroneamente que a escola é gratuita. É mentira. Os pais podem não pagar um boleto com a mensalidade do filho, mas já pagaram ou ainda estão pagando com trabalho na iniciativa privada ou pública com a alta carga tributária. Continuar lendo

Os Meninos Estão Sendo Esquecidos Na Educação Pública Brasileira Quase de Qualidade


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Nas salas de aula pode ser percebida uma realidade preocupante: as mulheres são maioria. A educação pública ainda não tem políticas claras de incentivo a leitura entre os meninos e nem aplica o Estatuto da Criança e o Adolescente rigorosamente para coibir a exploração do trabalho infanto-juvenil masculino no campo.

Esquecemos no letramento que meninos e meninas são diferentes em quase tudo. São idênticos apenas em direitos e deveres. Parece que estamos enfrentando um esquecimento grave.

Vivemos em uma sociedade que exige demais dos homens, espera-se que sejam capazes de sustentar a família, amáveis com as esposas, de participar da vida escolar dos filhos, ser um profissional competente, etc. E tempo?

Isto é, dedicar a vida aos outros, menos a si mesmo. Infelizmente se constrói também no imaginário popular a imagem de que o homem é um monstro capaz das piores atrocidades.

Estamos nos esquecendo que todos têm direito a Educação Pública de qualidade, mas, nas aulas de Língua Portuguesa ou Língua Estrangeira os professores se esquecem que os gostos literários são diferentes. Os interesses são diferentes.

Ninguém gosta do mesmo tipo de texto, da mesma forma que tem quem não goste de filmes de ação, terror, ou romance. Precisamos assistir uma vez para sabermos que não vamos mais perder tempo com “aquela bobagem”. O mesmo acontece com os livros e com os conteúdos escolares.

Mas você já ouviu alguém falar de resgate da dignidade da pessoa humana de sexo masculino no ambiente escolar ou fora dele?