MST


Ex-presidente da Sociedade Rural do Oeste, disputou uma vaga na Assembleia Legislativa do Paraná pelo DEM. A candidatura foi barrada pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa. Na campanha, recebeu o apoio do governador Beto Richa (PSDB): “Como amigo e aliado político, quero dizer que o Alessandro (Meneghel) vai caminhar junto com a gente na campanha eleitoral”. Em fotografias, o ruralista aparece triunfante sobre um cavalo ao lado de Richa e José Serra.

Rodrigo Martins, Carta Capital.

Olha o nome do abençoado. O meu é Meneguel, com ú. Grande diferença.

Maria da Penha


Ela jura: “Eu juro pedir perdão quando você me humilhar em público. Abandonar minha família e amigos quando você me isolar. Valorizar-me menos quando você me diminuir. Eu juro me culpar quando você me bater, e, sentir medo pela minha segurança, e a segurança dos nossos filhos até que a morte nos separe.” Tradução livre.

Policiais dentro de escola pública


As escolas do Rio de Janeiro contam com o apoio de policiais armados para garantir a segurança dos alunos e professores. A atitude é equivocada, porque violência dentro das escolas precisa ser encarada como problema de segurança pública no entorno escolar.

No país da impunidade, da farra com dinheiro público, de violência econômica, de desigualdade social não se combate a violência com policiais armados. Precisamos ter leis claras de punição aos educandos e professores mais severas.

O sistema educacional brasileiro vive uma doença grave dos anos oitenta. Devido ao pensamento de alguns pensadores educacionais libertários, a educação hoje é insustentável. Precisamos urgentemente de leis que possam defender a prática pedagógica do educador e que imponha limites.

Um caminho adequado é a redução da maioridade penal para quatorze anos. Mensalidades no sistema público de ensino para financiamento do sistema e proibição de alunos de escolas particulares disputar vestibular em instituição pública de nível superior.